Bolsonaro 44% e Haddad 40% no segundo turno: BTGPactual desta segunda (24/09)


O  BTGPactual divulgou sua nova pesquisa de intenções de voto para as eleições 2018 nesta segunda-feira (24) mostrando uma nova reação do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e uma desabada de Ciro Gomes, do PDT. Na noite desta segunda, chegará a nova pesquisa Ibope.

Entre os principais resultados, na intenção de voto espontânea Bolsonaro tem 31%, contra 30% da pesquisa anterior, seguido por Fernando Haddad (PT) com 17% e Ciro Gomes, com 7%. Os candidatos tinham, na pesquisa anterior, 12% e 6%, respectivamente. Ainda neste cenário, 3% de brancos/nulos e 19% disseram não saber em quem votar.

BTG Espontânea

No voto estimulado, Bolsonaro aparece com 33%, Haddad com 23% e Ciro com 10%. O candidato do PSL manteve o índice, o do PT 16% e o do PDT, 14%.

BTG Estimulada

Simulando um segundo turno entre Jair Bolsonaro e Ciro Gomes, a pesquisa mostra que Bolsonaro teria 41% das intenções de voto e Ciro, 43%. Já na disputa entre Bolsonaro e Haddad, os índices seriam de 44% e 40%, nesta ordem.

Entre os índices de rejeição, a pesquisa do BTGPactual mostra que a liderança segue com Marina Silva, da Rede, com 60%, seguida por Henrique Meirelles, Fernando Haddad, José Maria Eymael, do DC, e Bolsonaro, todos com 48%.

No documento abaixo, confira os resultados da pesquisa na íntegra:

 

Por Sávio Mota, do Instituto Borborema:

A campanha de Bolsonaro é única, um fenômeno sem precedentes na história brasileira. Como uma campanha sem um único comitê central, sem marketeiro, sem material de divulgação, sem identidade visual definida e sem dinheiro consegue liderar com folgas a corrida presidencial?

O que aconteceu no último fim de semana ao redor do país, com carreatas e comícios organizados espontaneamente pelo povo e por alguns candidatos sem grande expressividade, é simplesmente impressionante. Pela primeira vez na história é o povo que está conduzindo o candidato ao poder. Não existe uma determinação partidária que indique as ações e manipule os militantes, mas apenas uma proposta, um pacto que une a todos (candidato e eleitores).

Desconheço um fenômeno tão claramente popular e tão descentralizado. Nunca um candidato representou tão bem os seus eleitores e nunca os eleitores foram tão decisivos para a vitória do candidato.

Se ainda existisse jornalismo no Brasil, essa seria a pauta mais explorada durante as eleições.

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